Fibromialgia: não conviva com essa dor!

A Fibromialgia é uma das doenças reumáticas mais frequentes. É caracterizada por dor muscular generalizada no corpo acompanhada de sintomas de fadiga, e alterações de sono, memória e humor.

Os sintomas podem começar após um trauma físico, uma cirurgia, uma infecção ou uma tensão psicológica significativa. Em outros casos, os sintomas se acumulam gradualmente ao longo do tempo sem que se consiga determinar os fatos geradores. As mulheres são cerca de 10 vezes mais propensas a desenvolver a Fibromialgia do que os homens.

Pessoas com fibromialgia tem "pontos sensíveis" no corpo, que são lugares específicos no pescoço, ombros, costas, braços, quadril e pernas. Esses pontos doem quando pressionados. Em outras palavras, fibromialgia caracteriza-se por dor muscular e tendinosa difusa crônica em pontos dolorosos de localização anatômica específica por mais de 3 meses.

A fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do tratamento.

A causa e os mecanismos que provocam fibromialgia não estão perfeitamente esclarecidos pela medicina, acredita-se que alguns fatores possam agravar a doença, tais como estresse. Diminuição de serotonina e outros neurotransmissores provocam maior sensibilidade aos estímulos dolorosos e podem estar implicados na diminuição do fluxo de sangue que ocorre nos músculos e tecidos superficiais encontrados na fibromialgia. O paciente pode começar a desenvolver um quadro depressivo motivado pelas disfunções bioquímicas e pelas limitações decorrentes do quadro álgico.


Seus sinais e sintomas mais relevantes são: • Dor generalizada: a dor associada à fibromialgia é constantemente descrita como uma dor presente em diversas partes do corpo e que demoram pelo menos três meses para passar; • Fadiga: pessoas portadoras dessa síndrome frequentemente acordam já se sentindo cansadas, mesmo que tenham dormido por muitas horas. O sono também é constantemente interrompido por causa da dor, e muitos pacientes apresentam outros problemas relativos ao sono, como por exemplo da apneia e insônia; • Dificuldades cognitivas: para os portadores de fibromialgia, é mais difícil se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforço mental; • Dor de cabeça recorrente ou enxaqueca clássica, dor pélvica e dor abdominal sem causa identificada (Síndrome do intestino irritável); • Problemas de memória e de concentração; • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés; • Palpitações; • Redução na capacidade de se exercitar.

Tratamento

O tratamento tem como objetivo o alívio da dor, a melhora da qualidade do sono, a manutenção ou restabelecimento do equilíbrio emocional, a melhora do condicionamento físico e da fadiga e o tratamento específico de desordens associadas.

Dentre os tratamentos atualmente indicados, está a Microfisioterapia.

A Microfisioterapia é uma Técnica Manual Francesa, diagnóstica e terapêutica que busca encontrar e eliminar as causas primárias das patologias, baseando-se principalmente no estudo do desenvolvimento de todas as células do nosso organismo. Quando nosso corpo se depara com um grande estresse emocional ou uma agressão traumática, ele absorve todos esses traumas e, por isso, pode gerar Fibromialgia.

Segundo a Microfisioterapia e a Leitura Biológica, o aparecimento da fibromialgia pode acontecer após um episódio de grande perda, o paciente passa a não ver mais sentido para a vida, não existe prazer em viver e é onde se inicia o processo doloroso no corpo. Outros conflitos que desenvolvem a Fibromialgia, tem relações com os medos frontais aonde o paciente se sentiu impotente perante a ação, pois a fibromialgia tem origem muscular e para o cérebro o músculo é potente para uma ação ou impotente, neste sentido quando muitas vezes na vida nos sentimos impotente ao longo dos anos por várias facetas podemos desenvolver a fibromialgia. O que é de muita importância avaliar é que cada paciente tem uma visão diferente e um sofrimento referente a sua limitação causada pela Fibromialgia, pois cada um vive de forma muito particular o seu problema e as dificuldades que hoje enfrenta com essa doença que tanto limita e incapacita. A utilização combinada da duas técnicas, a Leitura Biologica e a Microfisioterapia, consegue se levar o paciente a perceber quando o problema foi instaurado e como levou a incapacidade e a impotência perante seus conflitos pessoais.

Pesquisas vem sendo desenvolvidas no Brasil sobre a eficácia e resultados da Microfisioterapia no tratamento da Fibromialgia, como um estudo realizado na Universidade de Fortaleza (Unifor), coordenado pela Dra Eluciene Carvalho e pelo fisioterapeuta Dr. Adriano Pinto Pereira.

O trabalho começou em 2009 com 22 pacientes. Para efeito científico, pela sequência que deram ao tratamento, foi considerado o atendimento de 15 pessoas com idade entre 35 e 40 anos, todos com diagnóstico de fibromialgia. Eles passaram por 2 sessões da técnica, com intervalos de 45 dias entre elas. Por meio da avaliação da Variabilidade de Frequência Cardíaca, foi constatada a eficácia da Microfisioterapia para o tratamento da doença. Após as sessões, os pacientes entraram em equilíbrio quanto à frequência cardíaca (simpaticotonia).

A título de informação, em 2010, 10 dos 22 pacientes atendidos na Unifor já haviam recebido alta do tratamento.

Segundo a coordenadora da pesquisa e professora da Unifor,Dra Eluciene Carvalho, os pacientes ficaram impressionados ao constatar a melhora que tiveram. "Eles voltaram a ter autoestima e vontade de viver. Com a ajuda do tratamento, eles estão conseguindo aproveitar a vida". Segundo uma paciente encontrando um novo sentido para a vida após o seu tratamento. "As dores que a fibromialgia causava me faziam querer morrer. Hoje, eu renasci, pois estou curada".


Outras dicas:


Apoio psicoterapêutico, De 25% a 50% dos pacientes apresentam distúrbios psiquiátricos concomitantes, o que dificulta a abordagem e a melhora clínica, necessitando muitas vezes de um suporte psicológico profissional.


Dieta balanceada, Não existem recomendações sobre alimentos específicos que todos os pacientes com Fibromialgia devem evitar ou adicionar a suas dietas. Entretanto, pode valer a pena dar uma olhada em como alimentos influenciam nos seus sintomas. Uma boa maneira de começar a identificar os alimentos que podem agravar seus sintomas, é manter um diário alimentar para descobrir o que funciona para você. Tente eliminar alimentos, um de cada vez, para ter a certeza de que esse alimento realmente piora os seus sintomas.

Evitar álcool e cafeína antes de deitar pode ajudar a promover um sono repousante. Os alimentos que levam ao sono confortável devem ser preferidos. Embora essas mudanças na dieta não possam ser aplicadas a todos, podem ser muito úteis para alguns.

Pacientes que apresentam síndrome do cólon irritável ou cistite intersticial devem adaptar a sua dieta a essas complicações, de acordo com as orientações médicas específicas.


Pratica de exercícios físicos de baixa intensidade, ajudam na diminuição da rigidez e das dores e melhora qualidade do sono por estimular a liberação de endorfinas, a atividade física apresenta um efeito analgésico, funcionando como antidepressivo e proporcionando uma sensação de bem-estar global.

Ouça suas emoções, seus pensamentos e a sua linguagem. O que pensamos e sentimos tem uma influência direta na doença. Pensamentos e expre

ssões pessimistas aumentam seu sofrimento.


A Microfisioterapia pode fazer muito por você, experimente!

Clique aqui e marque sua consulta!

Fontes: