Depressão: Cansado de se sentir assim?

Cada vida é única...e cada vida traz consigo suas dificuldades.


Doenças ligadas a stress –incluindo a depressão e a ansiedade – são comuns em nossa sociedade. Os números são alarmantes: estudo clínicos sugerem que 50% a 70% de todas as idas ao médico se devem, principalmente, ao stress, e que, em termos de mortalidade, ele traz um fator de risco muito mais sério que o fumo. De fato, oito em cada dez medicamentos mais comumente utilizados nos Estados Unidos servem para tratar problemas diretamente relacionados ao stress: antidepressivos, ansiolíticos, pílulas para dormir e antiácidos.

Quem sofre desses problemas estava sujeito aos dois tradicionais pilares do tratamento emocional: psicanalise e medicação. Em 1977, um estudo de Harvard demonstrou que a grande maioria dos norte-americanos que sofria desse tipo de problema preferia métodos “alternativos e complementares”, visto que os benefícios da medicação psiquiátrica geralmente param depois que o tratamento é interrompido, e grande número de pacientes sofrem recaídas. Assim, remédios, mesmo os mais uteis, estão longe de ser uma solução ideal para a saúde emocional.


Uma abordagem diferente


Hoje, novos tratamentos emocionais estão sendo divulgados em todo o mundo. Estudos realizados no Hospital Shadyside da Universidade de Pittsburgh, de como aliviar a depressão, ansiedade e stress com métodos naturais que se baseiam mais nos mecanismos de cura natural do corpo do que na linguagem ou nas drogas.


Principais pressupostos:


Dentro do cérebro há um cérebro emocional que possui uma estrutura, organização celular e propriedade bioquímicas diferentes. Ele controla tudo o que governa o nosso bem-estar psicológico, assim como grande parte da fisiologia física: o bom funcionamento do coração, a pressão sanguínea, os hormônios, o sistema digestivo e até o sistema imunológico. Ele responde regulando o equilíbrio fisiológico do corpo, a homeostasia, descrita no final do sec. XIX por Claude Bernard.

Problemas emocionais resultam de disfunções no cérebro emocional. Para muitas pessoas, essas disfunções originam-se de experiências dolorosas do passado- que não tem nenhuma relação com o presente – e que, no entanto, continuam a controlar o seu comportamento.

A principal meta do tratamento é “reprogramar” o cérebro emocional para que ele se adapte ao presente em vez de continuar a reagir às experiências passadas.

Para atingir tal resultado, em geral é mais eficaz usar método que agem via corpo e que influenciam diretamente o cérebro emocional do que usar abordagens que dependam totalmente da linguagem e do raciocínio, aos quais o cérebro emocional não é tão receptivo. Dr. Damásio descreveu que o cérebro emocional está quase mais intimamente relacionado ao corpo do que o cérebro cognitivo. E é por isso que é muito mais fácil acessar emoções pelo corpo do que pela linguagem verbal.

O cérebro emocional contém mecanismos naturais para se autocurar: um “instinto para curar”. Esse instinto para curar abrange a habilidade inata do cérebro emocional em descobrir equilíbrio e bem-estar, comparáveis a outros mecanismos de autocura no corpo, como cicatrização de uma ferida ou a eliminação de uma infecção.

Curto circuito emocional

Já o cérebro cortical controla a cognição, a linguagem e o raciocínio. E os dois cérebros – o emocional e o cognitivo – recebem informações do mundo exterior mais ou menos simultaneamente. Desse momento em diante, eles podem cooperar ou competir entre si sobre o controle do pensamento, das emoções ou do comportamento determinando o que sentimos, nossas relações com o mundo e nossos relacionamentos com os outros O resultado dessa interação quando em competição nos tornando infelizes. Já quando os dois cérebros trabalham em conjunto, sentimos o oposto, uma harmonia interna. O cérebro emocional nos dirige rumo a experiências que buscamos e da harmonia resultante vem o sentimento “Estou onde quero estar em minha vida. ”


E você, sabe onde que estar na sua vida?


A Microfisioterapia

Diariamente, o nosso corpo luta contra agressões de todas as naturezas e diferentes intensidades, provindo do exterior (micróbios, toxinas, choques físicos ou emocionais) ou o interior (fraqueza de um órgão, cansaço, problemas existenciais). Geralmente, o nosso organismo autocorrige-se em silêncio sem que seja percebido. Contudo, se as infrações não forem identificadas, não reconhecidas ou muito fortes, o corpo não pode reagir de forma eficaz: a agressão deixa então uma espécie “cicatriz” nos tecidos, uma memória do acontecimento. Apesar deste vestígio, causar uma impressão de cura, o acúmulo destas memórias pode fazer com que uma dor apareça, uma doença se desenvolva, e que o corpo, se enfraqueça, sendo incapaz de lutar. Então, aparecem as dores e doenças crônicas.

A Microfisioterapia vem para ajudar a encontrar esse equilíbrio entre os cérebros cognitivo e emocional, por ser uma técnica de terapia manual, ou seja, via corpo. E que consiste em identificar um fator/agressão primária que possa ter deixado traços (cicatrizes) que atrapalham o funcionamento das células, esses traços ficaram guardados na memória do tecido, por uma deficiência do sistema imulógico que não conseguiu eliminar o agressor.

Embasamento

Seu embasamento teórico iniciou pelos estudos da embriologia, filogênese e ontogênese. Com essas informações desenvolveram mapas corporais específicos (similares aos meridianos de Medicina Oriental) e gestos manuais específicos e suaves que permitem identificar a causa primária de uma doença ou disfunção e promovendo o equilíbrio e manutenção da saúde. A Abordagem Manual é realizada seletivamente por camadas especificas do corpo.

É fundada sobre um princípio natural e elementar da vida: ajudar o corpo a evacuar todos os traumas passados ou presentes que guarda na memória celular e que o impedem de funcionar bem. A microfisioterapia vai ajudar na eliminação natural destas memórias que enfraquecem o nosso organismo. Quando liberado o obstáculo, o corpo vai então poder reencontrar as capacidades que perdeu, às vezes mesmo após anos.

É Ciencia?

Hoje, considera-se ciência o que foi avaliado. O microfisioterapia foi objeto de mais de trinta tipos de avaliações, algumas em meio hospitalar e de acordo com protocolos rigorosos (duplo cego) mostraram o efeito benéfico da técnica de 74% de pacientes que sofriam de colopatia crônica. Investigações em laboratórios foram efetuadas da mesma forma referentes aos ritmos vitais do organismo vivo. Na Europa foram realizados 42 trabalhos científicos, no Brasil as pesquisas estão sendo realizadas, pacientes estão sendo examinados através das respostas do sistema nervoso autônomo e da variabilidade cardíaca antes e depois da sessão para que os resultados sejam examinados.

Na Europa são 5.000 profissionais, lá o governo já reconhece a Microfisioterapia e paga por esse tipo de sessão, vendo-se tamanho benefício, na qualidade de vida, diminuição de medicamentos e bem-estar das pessoas.

Com resultados rápidos e bastante eficientes, o Custo x Benefício é o grande diferencial dessa técnica pouco difundida no Brasil, que possui pouquíssimos profissionais qualificados. Leia mais e descubra porque a Microfisioterapia vem crescendo e chamando atenção em todo o mundo.


Cansado de se sentir assim? Mudar só depende de você!!!

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Fontes:

David, S. Curar – O stress, a ansiedade e a depressão sem medicamento nem psicanálise.

Damásio, A. The feeling of what happens (San Diego: Harcourt. 1990)

Levitt, P. “A monoclonal antibody tolimbic system neurons”, Sciense 223 91984):299-301.